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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Jogo simula estupro e aborto de mulher e filhas


Os criadores garantem que é apenas diversão. Para mim, um terrível equívoco. A produtora japonesa Illusion lançou um jogo em que o objetivo é estuprar uma mulher e suas duas jovens filhas em uma estação de metrô. E não fica só nisso. Depois do ataque sexual, o jogador tem que fazer com que as suas vítimas abortem. O nome do game bizarro é “Rapelay”. Se o jogador não conseguir que as vítimas abortem ele perde e o seu personagem é jogado na linha do metrô. O game permite que vários jogadores “brinquem” ao mesmo tempo contra apenas uma mulher. Inicialmente restrito ao mercado japonês, onde foi lançado em 2006, o jogo começou a chegar ao Ocidente em versões piratas ou por sites de venda. A Amazon, que chegou a vender o “Rapelay”, tirou o game das suas prateleiras. Estupro e aborto viraram brincadeira?


Nota: E ainda dizem que o ser humano está “evoluindo”... Na moral é que não é. “Por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará” (Mt 24:12).

Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2009/02/simula-estupro-e-aborto-de-mulher-e.html

Por: Bruno R. Chave

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

América Latina tem 54 mil mães menores de 15 anos por ano

Portal Aprendiz, 12.08.2010.

Os países da América Latina registram por ano 54 mil partos de mães menores de 15 anos e 2 milhões de gestações de jovens entre 15 e 19 anos, segundo o estudo “Acesso a serviços de saúde materna de uma perspectiva de direitos humanos”, divulgado em agosto pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Esse quadro é uma marca da desigualdade de gênero. Mostra a violação do direito das meninas em receber educação sexual, informação e insumos contraceptivos”, avalia Fernanda Lopes, oficial do programa de saúde reprodutiva e diversidade do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

As adolescentes têm entre duas e cinco vezes mais risco de morte materna em comparação com as mulheres maiores de 20 anos, segundo o estudo. Além disso, os filhos de mães adolescentes têm mais chances de morrerem durante a primeira infância.

“Uma gestante entre 10 e 14 anos ainda está em desenvolvimento e precisa de um pré-natal adequado. Sem ele, o risco de morte aumenta”, explica Fernanda. “Para as adolescentes com mais idade o risco é maior em função de tentativas de interrupções da gravidez e do atendimento que essas meninas recebem nos hospitais. Muitas vezes elas são criminalizadas”.

O alto índice de gestantes adolescentes pode ser explicado, segundo Fernanda, pela ausência de uma educação sobre sexualidade, dificuldade de acesso à informação, falta de estrutura para partos e dificuldade de obter contraceptivos. “Muitas mortes poderiam ser evitadas. No Brasil uma das causas é a pré-eclampsia – caracterizada, por exemplo, pelo aumento da pressão arterial e retenção de líquidos –, que pode ser detectada em um bom pré-natal”, conta.

“É preciso maior investimento em educação sexual e mais ações de combate à discriminação de gênero. Relações mais iguais previnem situações de risco”, sugere. Para ela, os homens também devem ser foco de ações educativas. “É preciso uma participação qualificada dos homens sobre direitos reprodutivos, mostrando a responsabilidade que têm sobre os direitos das parceiras, principalmente das adolescentes”.

América Latina

“Em 7 de março de 2007 a CIDH recebeu uma petição que responsabilizava o Estado da Bolívia por praticar esterilização forçada em uma mulher em um estabelecimento de saúde pública. A senhora I.V. foi submetida a um procedimento cirúrgico de ligadura de trompas sem consentimento”, diz o relatório, que alerta que casos assim não são incomuns na região.

América Latina e Caribe registram 22.680 mortes maternas por ano, sendo que metade dos casos está concentrada entre os 20% mais pobres e apenas 5% entre os 20% mais ricos da região. “No Haiti, por exemplo, morrem aproximadamente 670 mulheres a cada 100 mil nascimentos vivos, já no Canadá morrem aproximadamente 7 mulheres para cada 100 mil nascimentos vivos”, aponta o estudo.

As principais causas de morte materna nos países são pré-eclampsia, hemorragia e aborto. O problema é mais grave entre as mulheres indígenas e afrodescendentes que têm menos acesso a atendimento e a tratamento médico, segundo a pesquisa

No mundo, são registradas 536 mil mortes de mulheres por ano devido a complicações na gestação e no parto, segundo a pesquisa. “O Banco Mundial calcula que se todas as mulheres tivessem acesso a internações para atender as complicações de gravidez e parto, especialmente nas emergências, 74% das mortes maternas poderiam ser evitadas”.

Nota: As soluções apontadas para o problema são maior educação sexual e conscientização para os homens também no mesmo nível das mulheres. Considero que isto é parte da solução. Além disso, é preciso definir o que é educação sexual. Se for permitir a livre sexualidade de adolescentes e pré-adolescentes, desde que com proteção através de métodos contraceptivos, então estamos falando de algo, no mínimo, incompleto. Se desse resultado, não teríamos um crescimento do número de jovens grávidas em tenra idade. Talvez o conceito de educação sexual consista em se orientar os jovens para que saibam que a relação sexual tem uma função própria dentro do casamento e não fora. O conceito original está no livro de Gênesis no episódio da criação.
Fonte: Realidade em Foco

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Vida sexual + relacionamento sério = satisfação

Segundo estudo do sociólogo Anthony Paik, da Universidade de Iowa, casais que esperam o relacionamento ficar mais sério para iniciar a vida sexual desenvolvem relação de maior qualidade. Paik entrevistou 642 adultos e investigou a qualidade de seus relacionamentos. Fez perguntas como: Qual o nível de intimidade? Planos para o futuro? Quanto ama o parceiro? Como seria a vida sem o parceiro? Também perguntou em que estágio do relacionamento tiveram a primeira relação sexual. Aqueles que esperaram até a relação ficar mais séria foram os que reportaram os maiores níveis de satisfação. Pela interpretação que Paik dá aos resultados de sua pesquisa, parece que ele não entendeu direito algo bem simples: as pessoas querem compromisso e vínculo amoroso. Ninguém gosta de se sentir usado (na verdade, o sexo casual e a iniciação sexual precoce têm levado muitos jovens à depressão e à baixa autoestima). E em que contexto é possível desenvolver relação séria, de compromisso, doação e amor? No casamento, evidentemente. Portanto, a equação é bem simples: casamento abençoado + vida sexual sadia = satisfação e qualidade de vida. O que foge disso sempre traz consequências indesejáveis. Para o criacionista bíblico, o casamento é uma das duas instituições sagradas criadas no Jardim do Éden.[MB]
F. Criacionismo

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Sexo, por que não?

Como quase toda jovem cristã, ela era muito romântica e sonhava conhecer a pessoa ideal com quem se casar. Encontrou o “príncipe” e o namoro começou. Só que, com o tempo e a intimidade, os limites que haviam estabelecido começaram a ser desafiados. “A cada dia a gente falava mais sobre amor, e até sobre casamento. Era tão bom ficar com ele!”, relata a moça que prefere não ter o nome divulgado. “Mas percebemos que alguma coisa errada acontecia entre nós quando o sexo dominava nosso relacionamento. Quanto mais nos envolvíamos,mais íntimos nos tornávamos; e, mesmo assim, brigávamos muito. De qualquer maneira, estava segura de que ele era a pessoa certa para mim.” O problema é que a “pessoa certa” acabou se transformando com o tempo. “Pouco a pouco, perdemos o respeito um pelo outro... Logo, tudo se inverteu. O amor começou a se desgastar. Havíamos compartilhado tudo e, como éramos muito jovens para nos casar, nosso relacionamento perdeu a graça. Haviam me prevenido sobre isso. Falaram-me repetidas vezes sobre a mágoa de se dar algo que nunca mais poderá ser recuperado. Agora entendo. Fui tola o bastante para descobrir por mim mesma.”
A garota da história acima tinha apenas 15 anos quando terminou o namoro e ficou com as mágoas. Ela ficou com medo de se apaixonar de novo e confiar novamente em alguém. Tremia só de pensar em falar de seu passado com um novo namorado. Tinha medo de não poder ter uma vida verdadeiramente íntima com ele, caso não contasse. “É terrível sentir-se privada do mistério do futuro, de sua dignidade, valor e respeito próprio. Eu amava o Guto*. A ferida vai demorar muito tempo para sarar”, é o desabafo de uma alma muito jovem para suportar tanto peso. [Leia mais]

F. Criaciosnismo

Overdose de lixo

Na novela “Passione”, da Globo, Estela vai trair o marido, Saulo (Werner Schunemann), com “uns nove [homens] diferentes” até o 23º capítulo da novela, segundo a intérprete da personagem, Maitê Proença. A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Andréa Michael e publicada na Folha desta quinta-feira (20). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL. “É tudo muito objetivo: sexo. Ela olha, mostra que quer, os homens veem. Não tem frufru, charminho nem trejeito. Mas isso sem ser vulgar”, explica a atriz. [Sem ser vulgar?!?] Maitê diz ainda que todos os homens com quem sua personagem vai se envolver são bonitos. “É tudo [homem] lindo, lindo. Não tem meio lindo, não.” No decorrer da trama, porém, Estela se apaixona. Além disso, um de seus filhos vai vê-la saindo de um hotel.

Nota: A Globo dá cada vez mais o que o povo quer ou o povo se acostumou a querer o que a emissora dá? Acho que as duas coisas. Como fica a consciência de profissionais que, em horário nobre, poderiam ajudar a formar o caráter de uma nação, mas, em lugar disso, só lhe oferecem lixo em embalagem colorida? Conforme o leitor João Batista Ruela Júnior, “assim como nós [adventistas] acreditamos nas três mensagens angélicas, a Globo também está solidificada sobre uma tríplice mensagem: espiritismo, adultério e homossexualismo. Nunca uma telenovela fica sem um ou mais desses fundamentos.”[MB]

F. Criacionismo

quinta-feira, 4 de março de 2010

Sexo na mídia estimula violência contra mulher

Um estudo divulgado nesta sexta-feira afirma que a exposição de crianças e adolescentes a conteúdo sexual na mídia vem reforçando a ideia da mulher como objeto de desejo e alvo de violência doméstica. O relatório Sexualização dos Jovens, da psicóloga Linda Papadopoulos, encomendado pelo Ministério do Interior britânico, diz que os jovens estão cada vez mais expostos a conteúdo relacionado à sexualidade por meio de revistas, televisão, internet e aparelhos de celular, sem que os pais consigam controlar isso. Segundo ela, esse conteúdo está "legitimando a ideia de que as mulheres existem para serem usadas e de que os homens existem para usá-las". Nesse contexto, a pesquisadora entende que a posição da mulher como alvo de violência doméstica acaba virando comum e até aceitável.
O estudo diz que as crianças estão sendo cada vez mais retratadas como adultos, enquanto adultos são infantilizados, o que confunde as noções de maturidade e imaturidade sexual. Além disso, tanto mulheres quanto homens são levados pela mídia a buscar um ideal de aparência física "fora da realidade", o que resulta em "insatisfação com o próprio corpo, um reconhecido fator de risco para a autoestima, para depressão e distúrbios alimentares".
"Um tema dominante em revistas parece ser a necessidade das garotas de se apresentarem como sexualmente desejáveis para atrair a atenção masculina", diz o estudo.
Seguindo esse mesmo raciocínio de subserviência feminina, a violência contra as mulheres acaba sendo banalizada.
O relatório aponta que, desde 2004, a exibição na TV de cenas de violência contra a mulher cresceu 120%, enquanto as de agressão contra adolescentes aumentou 400% no período. Além disso, no cinema, 75% dos personagens e 83% dos narradores são homens.
Papadopoulos entende que essa lógica explica os resultados de uma pesquisa do Ministério do Interior britânico divulgada neste mês.
A análise revelou que 36% dos britânicos acreditam que, em caso de estupro, a mulher deve ser parcialmente responsabilizada se estiver bêbada, e 26% pensam assim no caso de a vítima estar usando roupas sensuais.
A psicóloga cita ainda o dado de que uma em cada três garotas britânicas entre 13 e 17 anos já teve de fazer sexo contra a sua vontade, enquanto 25% delas já sofreram algum tipo de violência física.
Para reverter esse quadro, o relatório defende que os pais acompanhem mais de perto como seus filhos usam a internet e seus celulares e que o Estado tome medidas para coibir a banalização da sexualidade. [Mas o Estado apoia o Carnaval, concede e mantém concessões de TV a emissoras que despejam violência e pornografia nos lares e depois gasta milhões com campanhas pelo uso de preservativos e contra a violência. Quanta hipocrisia!]
A pesquisadora também recomenda que as escolas tragam essa discussão sobre a igualdade de gênero para as salas de aula.


F. Criacionismo

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Japão registra forte aumento da pornografia infantil

A pornografia infantil registrou uma forte aumento de quase 40% no Japão, onde a posse de vídeos e fotos a título individual não é condenada pela lei. No ano passado, as autoridades identificaram 935 casos, um aumento de 38,3% na comparação com 2008. O número de vítimas também subiu, 21,6%, com 411 menores de 18 anos envolvidos. No total, 650 pessoas foram levadas à justiça, incluindo os parentes de 16 vítimas.
O problema está em expansão graças a internet, que estava envolvida em 507 casos dos 935 casos registrados pela polícia, quase o dobro que em 2008.

A lei atual, que data de 1999, proíbe a produção e a venda de fotos, vídeos e outros materiais pornográficos com menores, assim como a posse uso comercial ou distribuição. No entanto, a posse a título individual desse tipo de produtos é autorizada.

Vários países desenvolvidos acusam o Japão de falta de firmeza diante do problema.O novo governo japonês centro-esquerda anunciou que pretende apresentar a proposta de novas medidas para combater a pornografia infantil.

(UOL)

Nota: Uma das nações mais ricas e civilizadas do mundo...[MB]

F. Criacionismo

Por que homens olham disfarçado para outras mulheres

Deu no site da revista Galileu: "Seu namorado tem essa péssima mania [de olhar disfarçado quando passa uma mulher atraente]? Culpe a seleção natural (como quase tudo que tem relação com o comportamento sexual masculino e feminino). Ao longo da evolução humana o macho se destacou por sua capacidade de visão. 'Nos primórdios a mulher ficava muito mais circunscrita a um local para onde o homem voltava e trazia prendas, alimento, frutos da caçada. Nessa busca por carne o homem desenvolveu grande afinidade com a atividade visual, ela se apresenta não apenas com relação ao sexo. Mas certamente tem grande peso em sua dinâmica de atração, é o que primeiro lhe chama a atenção e segue tendo muito apelo até o final de sua vida', afirma Carmita Abdo, doutora em sexualidade e coordenadora do Núcleo de Medicina Sexual da Faculdade de Medicina do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Então, você pode até dar um beliscão bem forte no seu namorado/marido/pretê, mas saiba que as raízes de seu comportamento estão naquele antepassado caçador de milhares de anos atrás. Isso também confirma o que você já sabia: seu namorado é um pouquinho troglodita.
"Nota: Graças ao darwinismo, cada vez mais os humanos se tornam menos responsáveis por seus atos. Adultério, fornicação, lascívia, concupiscência dos olhos... enfim, pecado não mais existe. É tudo uma questão de evolução. Somos escravos dos genes. Fazer o quê? Livre-arbítrio é uma bobagem que os religiosos tentam colocar em sua cabeça. Isso me lembrou de uma citação de William Provine, que li no ótimo livro Darwin no Banco dos Réus (Cultura Cristã), e que, para mim, resume bem o pensamento darwinista aplicado ao comportamento humano:
"A ciência moderna [ele deveria ter dito darwinismo] implica de forma direta que o mundo é organizado estritamente de acordo com princípios mecanicistas. Não há quaisquer princípios cheios de propósito na natureza. Não há deuses nem forças de design que sejam detectáveis com racionalidade... Em segundo lugar, a ciência moderna [idem] implica diretamente que não há leis morais ou éticas inerentes, nem princípios guiadores absolutos para a sociedade humana. Em terceiro lugar, os seres humanos são máquinas maravilhosamente complexas. O indivíduo humano se torna uma pessoa ética por meio de dois mecanismos primários: herança e influências ambientais. Isso é tudo o que existe. Em quarto lugar, devemos concluir que quando morremos, morremos e isso é o nosso fim... Por último, o livre-arbítrio, como é por tradição concebido - a liberdade para fazer escolhas não forçadas e imprevisíveis entre cursos de ações alternativas possíveis - simplesmente não existe... Não há meio pelo qual o processo evolutivo, como é concebido hoje em dia, possa produzir um ser que seja verdadeiramente livre para fazer escolhas" (p. 130).
Mulher, responda com sinceridade: Você escolheria casar com um homem darwinista para quem todo e qualquer tipo de comportamento (especialmente o sexual) se trata de um imperativo da natureza, ou com um criacionista, que busca poder em Deus para vencer suas más tendências herdadas e/ou cultivadas?[MB]

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

O impulso extra do espermatozoide

Deu na Veja desta semana: "Os espermatozoides, as células reprodutivas masculinas, são depositados pela ejaculação no colo do útero e dali partem numa acirrada corrida pelos 15 centímetros que os separam da trompa de Falópio, onde se encontra o óvulo. Só um deles, mais rápido e forte, conseguirá penetrar no óvulo e dar início a uma nova vida. Pensava-se que os espermatozoides, assim como os aviões e os carros de corrida, dispunham de uma reserva de combustível para ser gasta nessa viagem. Sabe-se agora que não é bem assim. Um estudo feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em São Francisco, e publicado na edição deste mês da revista Cell, revelou elementos até agora desconhecidos no processo de fecundação. O trabalho identifica e explica, pela primeira vez, o mecanismo que faz com que os espermatozoides liguem uma espécie de motor turbo na fase final de aproximação do óvulo. Esse motor não só aumenta a velocidade do espermatozoide como lhe dá vigor extra para romper a membrana celular do óvulo. (...)
"Um dos fatores cruciais para determinar a velocidade dos espermatozoides é o pH do meio onde eles se encontram. Quanto mais ácido o pH, mais lentamente eles se movimentam. Isso explica por que os gametas masculinos permanecem imóveis dentro do trato reprodutivo masculino, que é ácido, começam a mover-se quando estão no líquido seminal, que é alcalino, e se tornam agitados em contato com o aparelho reprodutor feminino, onde o pH é mais alcalino. Os pesquisadores foram além dessa constatação e descobriram que a aproximação do óvulo ativa estruturas localizadas na cauda do espermatozoide, as Hv1. Uma vez abertas, elas funcionam como comportas, pelas quais são expulsos íons de hidrogênio do interior do gameta masculino. Esse curso aumenta imediatamente o pH interno do espermatozoide, facilitando sua mobilidade. 'O mecanismo que descobrimos é como uma mudança de marcha para que o carro ultrapasse uma barreira. Ele fornece o impulso extra que permite romper a proteção externa do óvulo', disse a Veja a pesquisadora Polina Lishko, coautora do estudo.

"O gatilho que põe a corrente de íons em funcionamento fica nos arredores do óvulo. Nessa região, há dois fatores extremamente favoráveis à mobilidade das células masculinas. O primeiro é a baixa oferta de zinco, que em quantidade mais alta inibe a movimentação dos espermatozoides. A outra é a alta concentração de moléculas de anandamida, substância secretada pelos neurônios e presente também nas células de proteção dos óvulos. Inibir essa chave, teoricamente, inviabilizaria a concepção. 'Há um potencial enorme para o desenvolvimento de anticoncepcionais sem efeitos colaterais, já que sua ação se daria exclusivamente nos espermatozoides, sem nenhuma repercussão em outros tecidos do corpo', diz Polina Lishko. Outra possível aplicação da descoberta está no campo da fertilidade, em casos em que a infertilidade masculina se deve a problemas de mobilidade dos espermatozoides."


Nota: Se pela inibição de apenas uma chave bioquímica se impede a fecundação; se problemas com a mobilidade dos espermatozoides (mecanismo que depende de uma conjunção de fatores) impedem a fecundação; se alterações de pH no homem e na mulher atrapalham o processo; a questão é: Até que todos esses mecanismos que dependem de uma série de fatores interligados e interdependentes tivesse evoluído aos poucos, como os seres humanos teriam se reproduzido? Estaríamos aqui hoje para estudar esse assunto?[MB]


F. Criacionismo

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Estudante neozelandesa leiloa virgindade na internet

Uma estudante neozelandesa que colocou a virgindade em leilão na internet para pagar os estudos anunciou nesta quarta-feira que aceitou uma oferta de 45.000 dólares neozelandeses (US$ 32.000) para dormir com um desconhecido. A estudante, de 19 anos, que ofereceu a virgindade à melhor oferta em um leilão no site ineed.co.nz, disse ter recebido mais de 1.200 propostas. "Aceitei uma oferta de mais de 45.000 dólares, que é muito mais do que sonhei", afirma a estudante em seu site. "Obrigado às mais de 30.000 pessoas que viram meu anúncio e às mais de 1.200 ofertas feitas."
A jovem, que se identifica como "Unigirl", se descreveu como atraente, em forma e saudável, e destacou que nunca teve uma relação sexual. A estudante não aceitou os pedidos de entrevista da imprensa, mas o responsável pelo site, Ross MacKenzie, declarou ao jornal Waikato Times que foi autorizado a confirmar a transação.
(UOL)
F: Criacionismo

Abstinência sexual funciona

Um novo estudo afirma que um programa de educação sexual que proponha apenas a abstinência é a forma mais eficiente de retardar o sexo entre jovens. A pesquisa mostrou que os estudantes que ouviram seminários enfocando só a abstinência demoraram dois anos para fazer sexo. No caso de estudantes que ouviram palestras ensinando métodos contraceptivos, 40% fizeram sexo dentro de dois anos. Nos Estados Unidos, onde foi realizada a pesquisa, os dados mudam a forma de se pensar educação sexual. Seria a primeira evidência de que um programa focando apenas na abstinência funcionaria. Os cientistas afirmam que a intenção do estudo não é provar a eficiência da abstinência. Para eles, a abstinência não é eficiente a longo prazo. Uma ONG dedicada a combater a gravidez na adolescência concorda com os cientistas. Outros grupos afirmam que a pesquisa é uma mostra do que se poderia fazer com mais recursos para programas de abstinência sexual.
Nota: Seria bom o governo brasileiro atentar para essa pesquisa. Outro aspecto que os defensores da camisinha como sinônimo de sexo seguro deveriam levar em conta são as "marcas emocionais" do sexo sem compromisso. Já está provado que esse comportamento dito liberal gera depressão e baixa autoestima, entre outros males.[MB]
F: Criacionismo